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Em quais aspectos mulheres maduras e famosas acertam e erram no visual? texto: Eder Garrido | fotos: divulgação Comparar uma mulher de 50 anos que vive em 2011 a outra, da mesma idade, dos 1970 é como equiparar água e azeite. Se antigamente nessa idade ela era considerada idosa, hoje tem a aparência e o espírito juvenis. O problema é saber lidar com essa jovialidade e encontrar o limite para não ficar com uma imagem falsa. “A mulher com mais de 50 anos precisa ser autocrítica com relação às roupas, às maquiagens, aos acessórios e aos cabelos”, diz Cláudia Santana, visagista do Espaço Della. Segundo ela, a questão está em não querer aparentar ser jovem. Logo, excessos de botox, de cirurgias plásticas, de make-up ou de bronzeamento podem causar estragos irreversíveis, fazendo a pessoa perder a identidade.

Ser visagista é diferente de ser cabeleireiro. O cabeleireiro tem como função modificar o corte, cores, dentre outras mudanças, já ter a faculdade de visagismo vai além de ser cabeleireiro é fazer uma leitura corporal por meio das medidas do corpo, realizar a leitura do externo do rosto e interno através da ossatura. Para alcançar reais mudanças, após alguns dias de estudos é entregue o dossiê e um bom profissional da área da beleza com bons conhecimentos poderá fazer a leitura em seguida fazer a execução.